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Entre a última pedra erguida nos Almendres e o primeiro registo romano que contou um povo como tributo, houve uma era com a qual os teus professores nunca sonharam.
Esquece a fantasia de plástico. A TrebaStudios cria experiências TTRPG e ferramentas VTT enraizadas na crueldade do folclore e na arqueologia real. Sobrevivência, logística tática e terror analógico.
"A serra no manto preto. O mar na proa-serpente. A mina no torque de ferro. E o que vive no nevoeiro."
A Treba Studios não é apenas um estúdio de desenvolvimento; é um coletivo de choque focado no design de sistemas e na construção de mundos de alta densidade. Nascemos da saturação. Cansados de mecânicas enlatadas e ficções estéreis, formámos uma célula multidisciplinar dedicada a uma única diretriz tática: forjar universos onde a história profunda colide com o perigo absoluto.
Nos nossos bastidores, a nossa equipa opera numa intersecção de disciplinas cruzadas. Reunimos arquitetos de lore obcecados por história arcaica, engenheiros de mecânica de jogo focados em letalidade e escolhas táticas, e designers visuais dedicados a arrancar beleza da escuridão. Não fazemos "fantasia genérica". Nós investigamos, destilamos e reconstruimos. Cada sistema que desenhamos, cada relíquia que codificamos, passa por um teste de stresse implacável na nossa forja antes de chegar à vossa mesa.
A direção de arte crua e a arquitetura visual da Ibéria de Ferro nascem da mente e dos diários gráficos analógicos do nosso Lead Artist, Tiago Daniel.
O nosso primeiro arauto Epistemológico já está em Compilação ativa. A Ibéria de Ferro não é apenas um cenário, é um ecossistema tétrico pronto a devorar jogadores incautos.
A fundição está a operar a 100% e o Ferro ganha forma.
Bem-vindos à Treba Studios.
Do Ábaco do Mestre aos sistemas de TTRPG: cada projeto é ferramenta crua para quem cria mundos à mão.
Uma Mesa Virtual que simula pergaminho, pedra e osso. O Fog of War é neblina real. Sem automatismos plásticos que jogam por ti; apenas ferramentas cruas para Mestres que querem criar dioramas isométricos táticos e imersão absoluta na sua mesa.


A serra no manto preto. O mar na proa-serpente. A mina no torque de ferro. E o que vive no nevoeiro.
Na Ibéria da Idade do Ferro, as legiões romanas avançam desde o sul. Sete povos enfrentam o ferro, a fome e o que se move no escuro: Calaicos, Lusitanos, Astures, Vetões, Sefes, Cónios e Turdetanos. Cada um com a sua língua, os seus deuses, as suas alianças e traições.
Não é um jogo sobre escolhidos. É um jogo sobre comunidades: sobre quem sobrevive, quem resiste e quem é lembrado. Inspirado nos conflitos que moldaram a península desde as Guerras Lusitanas até às Guerras Cantábricas.
Hexes únicos com biomas originais para recombinações infinitas.
O folclore ibérico sem máscaras infantis. Não há monstros com barras de vida, há feras com carapaças fósseis, entidades da estática noturna e deuses antigos que cobram sangue pelos seus favores.
O Mestre não rola dados para atacar, o mundo simplesmente acontece. A tua inteligência, o teu calçado e a tua capacidade de ler o terreno ditam se foges ou se viras carcaça na ravina.
Não inventámos um calendário de fantasia. O ano corre pelo eixo que o Ocidente viveu: a.C. e d.C.: e por cima dele corre o Ano Almendres, contado desde as primeiras pedras do Cromeleque. É isso que a barra do topo mostra: doze luas, oito fases, quatro festivais.
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Ver o Protocolo de Tempo →
Roma luta no Verão. O Submundo ataca no Inverno.
Em Ibéria de Ferro, o inimigo visível é o mais fácil de enfrentar. Quando a neblina desce da serra e as candeias se apagam, o que vive no nevoeiro não quer prata: quer juramentos. E o Bando é tudo o que tens entre ti e o escuro.
Recebe sinais de fogueira sobre o desenvolvimento, acesso antecipado ao Ábaco do Mestre e oportunidades de playtesting. Sem spam: só o que se move no escuro.
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Nada à venda ainda. O Kickstarter/BackerKit está a caminho e a lista avisa primeiro.